O Oscar vai para: Mariana Schuabb

marianaPor: Mariana Schuabb

Oi, meu nome é Mariana Natividade Schuabb, tenho 19 anos, curso Pedagogia e amo muito minha profissão. Sou apaixonada por animais e crianças, fã de algumas sagas, séries e pessoas, assim como a Tia Claudia (no meu ambiente de trabalho as professoras são chamadas entre si de Tia, e por parte dos alunos também, portanto me refiro a Claudia como Tia pois tenho um carinho enorme por ela) e me identifico muito, por ela não ter vergonha de assumir suas paixões e ter lutado por seus sonhos, coisa que se Deus quiser farei também. Como futura pedagoga, devo dizer que fui surpreendida há muito tempo atrás ao saber que há um ramo da Pedagogia que se chama Pedagogia Hospitalar, e como o próprio nome diz, essa área é destinada a presença de um pedagogo em hospitais, buscando oferecer suporte e atendimento psicológico para os pacientes e suas famílias, além de preparar o conteúdo e aplicá-lo dentro do próprio hospital, realizando-o de forma adequada a cada paciente (costuma ser aplicada quando os pacientes, em geral crianças e adolescentes, ficam muito tempo internados), e essa prática tem o objetivo de reduzir os danos psicológicos e dar continuidade aos estudos, por meios de jogos, brincadeiras, desenhos, dramatizações, variadas atividades lúdicas.

Quando soube disso eu passei dias pensando em como é o trabalho desses pedagogos e o quão gratificante é poder levar sorrisos aos hospitais, locais considerados tristes e vazios. Eu, Mariana, sou uma manteiga derretida, e sinceramente não sei se eu teria emocional pra realizar esse tipo de trabalho, que tanto admiro. Sou emocional demais, choro à toa, e nesse ambiente tudo o que precisam é de força e confiança, e infelizmente eu não tenho tais características pra atuar nessa área. Choro até hoje a perda dos meus cachorros (sim eu sou muito emocional), portanto tive uma conclusão: não, por uma infelicidade do destino (e da minha personalidade) eu não poderei atuar nessa área, apesar de como dito acima, admirar demais. Não posso atuar na área mas isso não me impede de ajudar de todas as formas possíveis, certo?

Li o livro “A Culpa É Das Estrelas” e me emocionei demais (acredito que todos tenham se emocionado). Graças a Deus eu nunca tive um caso de câncer na família, porém minha cachorra faleceu de câncer em 2011 e eu sei o quão triste e degradante é (não estou comparando-a com um ser humano, apesar de tratar os animais como se fossem humanos). Fico feliz em saber que a mãe da Tia Claudia teve câncer e conseguiu se recuperar bem, queria eu que o Augustus tivesse tido tamanha sorte (sim eu não me conformo com a morte dele).

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Voltando ao tópico acima citado, eu posso não atuar na área, mas isso não me impede de ajudar. Quando vi o post da Claudia da promoção eu fiquei em choque primeiramente, pois despertou algo dentro de mim, eu senti a necessidade de virar meu guarda-roupas abaixo e encontrar coisas que pudessem ser doadas, eu me senti tocada. Não só pela promoção (sim eu espero ganhá-la) mas pela linda ação por trás dela, eu sinto que dessa forma posso estar dentro de um hospital ajudando alguém, não fisicamente mas através de alguma roupa, brinquedo ou livro que estou mandando. Indiretamente podemos fazer o bem, mesmo que de longe, eu quero fazer brotar um sorriso em cada criança, adolescente ou adulto lá presente.

Quando eu era criança eu tive um sério problema de ouvido, operei duas vezes, e meu grande sonho era ter cabelo grande. Mamãe sempre cortava meu cabelo acima do pescoço, curtíssimo, e eu odiava aquilo, pois queria ter o cabelo grande como o das meninas da escola. Me prometi que quando eu crescesse eu teria o cabelo grande. Cá estou eu Tia Claudia, com 19 anos e o cabelo quase batendo no bumbum, e cheguei a uma conclusão: meu sonho de criança se realizou. Que tal cortar meu cabelo e doar pra crianças que perderam os seus? Portanto, em novembro eu cortarei meu cabelo o mais curto que eu conseguir e doarei a parte cortada (esperarei até novembro pra que cresça mais, se possível), e assim que cortar eu gostaria de saber se posso mandar pra aí, pra que possa ser entregue no hospital, assim como terão sido entregues meus livros, roupas, brinquedos e outras doações.

Bom, falei demais né? Desculpe por ter escrito tanto, mas é que eu realmente queria que entendesse o por que do meu entusiasmo em relação a promoção. Obrigada mais uma vez por essa chance maravilhosa de poder fazer o bem, obrigada por sempre apoiar causas importantes, e obrigada especialmente por ser tão simpática e amigável. Eu encho sua paciência e sei disso kkk

Obrigada Tia Claudia, com amor.
Mariana N Schuabb.

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