Madonna revisita e celebra sua trajetória em Confessions II

Acabou a espera, a Rainha do Pop, Diva das Divas, Madonna, lança o álbum Confessions II e coloca a galera para dançar, como no dia que estreou cantando “Everybody”, no palco da boate “Danceteria”, em NY, em 1982.

 

 

Minha amiga Man-Lai, que mora no histórico Chelsea Hotel, estava na noite icônica que Madonna estreou na Danceteria, como compartilha nesse vídeo:

 

 

Na época, eu morava no Brasil e lembro de ter ouvido a música nas rádios. Virei fã e ganhei o álbum da Madonna de presente de Natal. Por sinal, “Everybody” ainda é uma das minhas músicas favoritas da diva até hoje.

Tanto eu, como Mai-Lai, vimos a rainha do pop surgir. Não tinha ninguém como a Madonna antes da Madonna. Hoje, absolutamente, todas as divas do pop, cada uma com seu estilo e talento, andam na trilha que Madonna desbravou nos anos 80.

Madonna marcou a trilha sonora da minha juventude e, para a minha alegria, em seu novo álbum, Confessions II, a rainha do pop traz de volta a pista de dança, uma marca de sua carreira, relembra sua trajetória musical, faz um dueto com sua filha Lourdes Leon, assim como uma homenagem a Chris, seu irmão que faleceu em 2024.

 

 

Às vésperas de completar 68 anos, com a energia de 30, em “Confessions II”, Madonna também conversa com a jovem que chegou a NY sem dinheiro, com a cabeça cheia de sonhos e basicamente criou uma nova forma de expressão musical, dando à comunidade LGBTQIA uma visibilidade necessária e inédita na época. Seu belo encontro com seu passado, nesse novo álbum, permite aos fãs e às novas gerações criarem memórias no presente que vão perdurar por muitos anos no futuro.

Madonna reinventa e reafirma sua própria relevância, como a popstar que, com seu talento, criatividade e muito trabalho, ganhou o título de Rainha do Pop.

O lançamento do álbum teve vários eventos marcantes, como a participação de Madonna no show de Sabrina Carpenter, com que canta a música “Bring Your Love”, no Coachella, o lançamento do curta “Confessions II”, no Tribeca Film Festival, em NY e a apresentação na Times Square. Infelizmente, não pude curtir esses momentos mágicos, mas estive na pop-up da rainha, do ladinho do meu lar, em West Hollywood.

 

 

Ela não estava lá, mas eu aproveitei para celebrar a trajetória da artista que me inspirou a experimentar a vida fora da bolha conservadora onde fui criada no Brasil.

Madonna é o marco zero do pop e também da minha juventude, pois sua música, clipes e o livro “Sex” me impulsionaram a explorar caminhos diferentes do que a sociedade esperava de mim.

 

 

O encontro de Madonna com seu passado em “Confessions II” é a trilha do meu encontro com o passado e da deliciosa recordação de Man-Lai na noite que estava na Danceteria com amigos e seguiu a dica do prometer para ir ao terceiro andar assistir a performance de uma artista que estava começando e tudo indicava que ia bombar.

Em “Confessions II”, Madonna nos relembrou a importância que sua música teve para as mulheres, a comunidade LGBTQIA + e como é libertador dançar.

 

 

Já viu o filme ‘Confessions II”? Se não confira já. Se já assistiu, veja de novo, pois cada vez que eu assisto reparo em um detalhe fantástico diferente:

 

 

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