Cory Monteith – A Homenagem do Hollywood é Aqui ao Ator

Cory se foi de forma inesperada e vai deixar os fãs saudosos, mas fica como legado seu carisma e talento. Esta é nossa pequena homenagem ao artista que encantou os Gleeks e a nós.

 

 


O primeiro show do Bonnie Dune que assisti foi em janeiro deste ano, na legendária The Roxy , uma das casas de show mais tradicionais e famosas da Sunset Strip. Tinha recém-chegado das minhas férias natalinas no Brasil e ganhei o ingresso de presente de Natal da minha queridíssima amiga Kerry. Fã mais de Cory do que de “Glee”, ela me levou para conhecer o trabalho do Bonnie Dune, a banda que o intérprete de Finn toca bateria. Infelizmente, não tenho registro do meu primeiro encontro ao vivo com o talentoso e simpático Cory,

que também foi a minha estreia na The Roxy, mas garanto para vocês que está guardado em um lugar especial na memória.

Gostei do som, e confesso curti os rapazes da banda, especialmente Justin, o vocalista, um verdadeiro colírio para os olhos. E, como não poderia deixar de ser, quase surtei quando me deparei com o protagonista do “Glee”  arrasando na bateria.

 

Não foi difícil topar o convite de Kerry para o segundo show do Bonnie Dune, em março, na cidade de San Juan Capistrano, CA, no sul da Cali, no caminho de LA/SanDiego, em Orange County. Apesar do temporal atípico que caía na região naquele domingo, o programa foi super legal. Capistrano é uma cidade histórica e tive a oportunidade de lá visitar uma das missões americanas.

O lugar do evento, The Coach House – www.thecoachhouse.com – é uma casa de show grande e como a precavida Kerry tinha feito uma reserva sentamos na melhor mesa do local, em frente ao palco. Aliás, este show estava super lotado! Foi um programão, ou como eles dizem aqui, a night to remember (uma noite inesquecível)!

 

 

 

O terceiro show de Bonnie Dune que fui com a Kerry foi dentro da USC (Universidade Southern California), dia 23 de abril, no centro de LA. A USC é a maior Universidade aqui de LA e tem um espaço de eventos sensacional, localizado em um sótão com bar, mesa de sinuca, jogos e um palco. No final, eles chamaram as fãs para subir no palco, foi super divertido. Eu estava literalmente apoiada nos pés do tecladista, cheguei a pagar o mico de derrubar cerveja nos cabos (ninguém merece), mas o acidente foi bem contornado. haha O legal deste show é que foi realizado em um espaço grande, mas não enorme e não estava lotado, deu para aproveitar muito.

 

 

 

Uma viagem a Santa Bárbara, uma das mais belas e ricas cidades do litoral norte californiano, já é um delicioso programa em qualquer época do ano. Mais ainda se o que nos leva lá é a possibilidade de encontrar Cory pessoalmente, no show da banda Bonnie Dune, onde é o baterista.

Minha fiel companheira dos shows de Cory, a amiga Kerry, mudou-se para Michigan. Mas a Cami não me deixou na mão e mesmo sem conhecer o trabalho do grupo me acompanhou nesta pequena aventura de 24 horas…

No sábado, dia 3 de dezembro, depois de um longo dia de trabalho partimos para SB que fica a 1 hora e meia de LA. Chegamos, nos instalamos no confortável ee barato hotel Days Inn e ansiosamente partimos para a rua principal da cidade que, além de vários bares e restaurantes, é o endereço do Velvet Jones – www.velvet-jones.com – a casa de show onde os moços do Bonnie Dune se apresentaram na semana passada.

O show foi sensacional e o fato de não estar lotado e do local ser pequeno, bem intimista, ajudou mais ainda. Dei a sorte de ficar praticamente no palco e fazer a transmissão ao vivo com o meu iphone. Tenho que confessar que a minha transmissão foi mais do show do Cory, do que do Bonnie Dune, já que eu estava estarrecida de estar frente a frente com ele tocando bateria. Mas sei que quem é fã de alguém me compreende. Afinal de contas, não é todo dia que encontramos os nossos ídolos. Além disso qual é a possibilidade dele estar usando um boné com o nome da minha rua? Quase zero, super remota, né?! Pois é, mas ele usava um com BURTON em letras garrafais (eu e Cami moramos na rua Burton Way, em LA)… E aí… Eu quase, mas quase morri…

Para fechar a noite com chave de ouro só mesmo um brinde no bar ao lado, afinal, um encontro com Finn merece uma celebração!

 

 

 

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