Nesse Dia Internacional da Mulher, destacamos guerreiras que se tornaram símbolos de resistência. Ao relembrar suas jornadas, celebramos suas vidas e a importância de suas conquistas para todas nós!
Feliz Dia, poderosas!

Marielle Franco, assassinada no Rio de Janeiro por defender ativamente os direitos de jovens negros, mulheres, moradores de favelas, a comunidade LGBTI+ e denunciar a violência policial e o racismo sistêmico.


Gisèle Pelicot, durante anos, a francesa foi drogada pelo marido, para ser estuprada por ele e por dezenas de homens. Lançou um livro contando a sua história.


Hind Rajab, uma das mais de 20.000 crianças mortas em Gaza, teve os áudios de suas ligacoes com a Cruz Vermelha eternizados nas redes sociais e no filme “A Voz de Hind Rajab”. Os apelos de Hind, uma menina de 5 anos, para ser salva são impactantes e representam a voz de uma de tantas crianças inocentes mortas na guerra.



Mulheres Indígenas no Alasca. A violência é uma das principais causas de morte de mulheres indígenas no Alasca, com taxas de homicídio desproporcionalmente altas. Mulheres nativas do Alasca sofrem taxas de violência sexual e doméstica significativamente maiores do que a média nacional dos EUA, tornando-se uma crise de direitos humanos.

