Dua Lipa lota show em Nova York! Nós fomos dançar com a diva

Quando a Dua Lipa anunciou a turnê Radical Optimism, meu amigo Tiago Souza me chamou a atenção para um detalhe muito significativo: a diva faria um show no dia do meu aniversário, no icônico Madison Square Garden, em Nova York.

Eu surtei e disse a ele que a Dua tinha facilitado a minha decisão do que fazer no meu niver em 2025, já que eu sabia que estaria no show dela, no MSG, para celebrar a chegada dos 53 com a energia dos 30.

A vida foi generosa comigo e, no dia 18 de setembro, lá estava eu fazendo a minha estreia de show no Madison Square Garden (eu já tinha ido para cobrir a NY Comic Con, mas a experiência é completamente diferente) com a minha popstar favorita, na minha cidade predileta nos EUA.

 

 

Dizer que a realidade foi melhor que o sonho é pouco, pois desde o momento que pisei no MSG e sentei no meu privilegiado assento, eu me senti literalmente num sonho.

Enquanto esperava a rainha subir ao palco em NY, fiz uma viagem ao passado até o primeiro show da Dua Lipa que eu fui, no Palladium, em LA, em 2018. Um presente do amigo Matheus Fabbris, com direito a Meet&Greet. Lembro que cheguei naquele show sem conhecer quase nada da Dua e sai super fã.

Ali era o único da Era Dua Lipa, a capacidade do Palladium é de 4000 pessoas e seu show cheio, mas não lotado.

 

 

Sete anos e meio depois, Dua Lipa está lotando estádios e as casas de show mais prestigiadas do mundo. Ela fez 4 shows no Madison Square Garden que tem capacidade para 19.500 pessoas. Todos esgotados. Meu coração se encheu de felicidade ao perceber que Dua conquistou o mundo com sua música alto astral, seu talento e sua performance digna de uma leonina popstar.

 

 

A minha viagem pelo túnel do tempo terminou quando Dua Lipa apareceu na minha frente e transformou meu aniversário em uma “Dance Party”, cantando todos os seus hits, acompanhada de uma banda, dançarinos e back vocals tão talentosos como ela, num show de luzes e papel picado colorido que me lembraram as festas que fui nos nightclubs no Rio e em NY, nos anos 90.

Aliás, eu não lembrava de ter dançado assim em um show ou uma festa há anos. A energia da Dua ao vivo é irresistível e o público que lotou o Madison Square Garden correspondeu à altura.

 

 

Ela confessou que estava emocionada com a casa cheia em NY, uma cidade especial pro seu coração e a emoção da Dua só me fez ainda mais emocionada. O meu coração estava batendo mais forte não só pelo momento mais que especial que eu estava vivendo, justamente no dia do meu aniversário, mas também porque foram as músicas da Dua, que eu escutava sem parar no primeiro ano depois da partida da mamãe, que levantaram meu astral.

 

 

Dua Lipa foi a trilha sonora que me salvou da tristeza no momento mais difícil do luto. E quando eu soube que o show dela seria no dia do meu niver, em NY, eu senti que era o presente da mamãe pra mim.

Por isso, estar ali com a Dua no Madison Square Garden foi tão especial, não só porque sou muito fã dela, mas pela injeção de energia que as músicas da Dua me deram nesse período difícil da minha jornada.

 

 

Foi um momento inesquecível, sem dúvidas, mas eu não posso deixar de dizer que a minha admiração pela Dua vai muito além da popstar no palco.

Eu sou fã da sua newsletter “Service 95”, seu podcast, Dua At Your Service, e seu Book Club que está alavancando a venda de livros de vários autores, que até então não tinham atingido um grande público.

 

 

Sem contar que eu me identifico com a forma intensa e divertida que Dua Lipa vive. Aos 30 anos, eu também bebia, fumava e fazia muitas festas com minha família e amigos. Minha juventude não foi tão glamourosa como a dela, mas também parecia que eu vivia de férias, embora também trabalhasse bastante.

Sou a favor desse balanço entre o prazer e o trampo, tendendo mais pro prazer, e acho a Dua um bom exemplo pra sua geração, viciada em trabalhar!

 

 

Além disso, as referências culturais que a Dua traz para os mais jovens através dos livros que lê e das listas de restaurantes e lugares para visitar que publica, inclusive os programas incríveis que faz nas cidades que passa durante a sua turnê, são sensacionais.

Não é a toa que tinham tantas pessoas da minha geração no show dela em NY. Aliás, fiquei impressionada com a diversidade, tinham crianças com avós 70+, a turma 40, 50+, LGBTQIA+, latinos, pretos, árabes, brancos, um resumo de NY bem representado no Madison Square Garden.

 

 

Dua Lipa é da Albânia, cresceu na Inglaterra, onde mora, ela é uma gringa que conquistou os EUA e o mundo. Uma das poucas popstars que não são brancas estadunidenses que vieram de um berço de ouro. Sua família passou por uma guerra e Dua batalhou duro para chegar onde está hoje. Todo o trabalho que ela faz paralelo a lançar hits, clips incríveis, e dar entrevistas é único também. Ela não tem fundações – que são perfeitas para desconto no imposto de renda – Dua promove cultura e um estilo de vida saudável e, ao mesmo tempo, de mais curtição, como deve ser a década de 30!

 

 

No show, ela estava suada vestida de Chanel dos pés a cabeça, mas nas entrevistas que faz em seu book club, ela está de cara limpa, afinal o foco são seu convidados, muitos 70+, como a maravilhosa Patti Smith, ícone do rock e autora do livro “Só Garotos”, que conversou com Dua e agradeceu a ela por apresentar pessoas como ela à galera da sua geração.

 

 

Dua não é só uma popstar, como diz minha amiga Nancy, que foi ao show comigo, e também é fã da diva, o trabalho que ela faz é inspirado nos saraus, eventos de leituras de autores conhecidos ou até mesmo de produções desconhecidas dos leitores, da idade média. A cantora usa suas redes sociais e sua plataforma para divulgar o trabalho de gente interessante que passaria despercebida para a sua geração, ao mesmo tempo que celebra gente pra lá de famosa como ela, tudo com o intuito de promover a integração social e cultural.

 

 

Os hits de Dua me animaram quando eu precisava, mas sua newsletter e os episódios dos seus podcast me deram muitas dicas de livros e lugares e me apresentaram pessoas pra lá de brilhantes. Sigo aprendendo e admirando Dua cada vez mais.

 

 

O show foi simplesmente deslumbrante, uma das comemorações mais animadas do meu aniversário nesses 53 anos de estrada. Um presente especial da mamãe direto do paraíso de girassóis onde ela reside hoje.

 

 

O after foi com a Nancy, numa baratona digna de Dua Lipa e da minha alma que acha que ainda tem 30 anos, em Hell’s Kitchen, bairro onde morei em NY, até altas horas da madruga.

 

 

A chegada do meu novo ano astral foi pra lá de especial e, para a minha alegria, ganhei de outra amiga um ingresso pro show da Dua em LA.

 

 

Já tenho figurino, presente de Nancy, e já estou pronta pra me jogar com os anjos em uma das 4 noites que Dua vai se apresentar no Kia Forum, todos os shows também estão esgotados.

 

 

Afinal, o Palladium não dá mais nem pros convidados da popstar, mas mesmo numa casa maior, Dua segue nosrecebendo com aconchego e uma pista de dança cheia de gente animada que levanta nosso astral. Enquanto conto as horas pro dia 7 de outubro, ouço as entrevistas do book club.

A diva realmente não para de nos entreter!

 

E, falando em entretenimento, vem conferir meu primeiro encontro com Dua Lipa:

 

 

Aqui está o papo de Dua Lipa com Patti Smith:

 

 

Corre aqui e se inscreva na newsletter da poderosa:

 

 

Um comentário sobre “Dua Lipa lota show em Nova York! Nós fomos dançar com a diva

  1. Que matéria linda!! Mesmo de longe eu vibrei muito por você e fiquei feliz demais em saber que viveu essa noite tão especial. Você merece cada momento mágico como esse, tia! ♥️♥️♥️

Deixe um comentário para Tiago Silva Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *