Dua Lipa sacudiu Los Angeles e nós conferimos

Se uma dose de Dua Lipa no show no dia do meu aniversário, no Madison Square Garden, em NY, já me energizou pelo próximo ano astral, imagina encontrá-la na pop up em LA e, de quebra, ainda ganhar de presente de uma amiga um ingresso pro show da diva na Cidade dos Anjos?!

 

 

Eu tô rouca até agora de gritar “ícone” quando eu a vi de pertinho na pop up. Quando eu soube que Dua faria uma rápida visita ao evento, em plena sexta, no horário do meu trabalho, eu tive que colocar na balança se ia direto pro trabalho ou se daria uma passadinha no evento, por sinal no caminho do meu trampo. Meu coração de fã falou mais alto e fui esperar a diva chegar na pop up – quanto ao trabalho, fiquei até mais tarde pra compensar e tudo terminou bem.

 

 

Importante mesmo que fiquei pertinho dela do lado de fora, quando Dua chegou, e também fui uma das últimas a entrar na sala onde ela estava tirando fotos com a galera. Eu não tenho American Express, o cartão que estava patrocinando o evento, por isso, não consegui prioridade. Mas, mesmo assim, consegui ficar ao lado dela e gritar ícone pra ela, que riu. Foi tudo muito rápido, porque logo que entrei Dua teve que partir. Um dos assistentes dela tirou uma foto da galera, e eu estava lá! Não tirei foto com ela, mas me alegra saber que a diva tem uma foto minha.

 

 

 

Saí correndo de lá, pois já estava mais de 1 hora atrasada pro trabalho, mas eu e minha adolescente ficamos realizadas com a aventura de fã!

 

 

E, depois desse rápido e épico encontro e do inesquecível show em NY, eu estava receosa com o show de LA. O público aqui não é lá muito simpático, nem animado.

Há uns anos, Madonna parou um show em que eu estava pra chamar a galera de blasé. Deu um esporro no povo dizendo pra eles entrarem no clima, que melhorou depois do sacode dela.

 

 

 

Mas Dua Lipa não teve esse problema, pelo contrário, ela agradeceu várias vezes a energia da galera, acho que até ela ficou surpresa com a recepção calorosa dos angelenos.

 

 

Muitos latinos, muita gente da minha geração 50+, além de crianças e da comunidade LGBTQIA+; absolutamente todo mundo estava dançando, cantando e esbanjando empolgação!

Eu dancei o tempo todo, como em NY, saí suada como saía das nights e festas nos anos 80 e 90.

 

 

O show é exatamente igual ao que assisti em NY, considerando que o palco do Madison Square é maior que o do Kia Forum, as adaptações foram mínimas.

 

 

A grande surpresa e, um dos auges da noite, foi a participação da lenda, Lionel Richie, que cantou “All Night Long” com Dua.

Eu sou fã de carteirinha do Lionel desde criança, como já contei aqui antes, e surtei completamente! Aliás foi uma piração coletiva que balançou o Kia que tinha se transformado em uma gigante pista de dança.

 

 

Assim como em NY, eu saí mais leve e energizada. Dua Lipa realmente faz música que levanta o nosso astral. Foram seus hits que me ajudaram no período difícil do luto, logo depois que mamãe partiu. E, também fui embora emocionada, lembrando do primeiro show da Dua que vi no Pantages, em Hollywood para 4 mil pessoas, em 2018. Na Radical Optimism Tour, Dua fez 4 shows esgotados no Kia, cada um para mais de 17 mil pessoas. Esse sucesso todo dela é o resultado de muito trabalho e dedicação, que ela equilibra com muita diversão. Uma das coisas que mais admiro na Dua. Ela sabe viver, ao mesmo tempo que é uma popstar culta e inteligente que usa suas plataformas pra propagar seu amor pela leitura e pelas artes, promovendo vários autores de livros e talentos nos mais diversos segmentos!

 

 

A Rainha do Pop atual levantou até uma plateia difícil como os angelenos, assim como animou muito dos meus dias tristes.

 

 

Conto mais sobre como a música de Dua foi um remédio para o meu luto e sobre comemoração de aniversário com Dua Lipa, no show dela no Madison Square Garden, nessa matéria:

 

 

E, não posso deixar de celebrar também Lionel Richie, por isso compartilho aqui detalhes do show da lenda que assisti em 2024 e meus encontros com o ídolo durante a divulgação do documentário “A Noite que Mudou o Pop”, ano passado:

 

 

 

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