“Hellboy” retorna aos cinemas com tentativa de se aproximar a sua origem

Por Juliana Brito

“Hellboy” foi originado por Mark Mignola em 1991, e teve sua 1ª adaptação para os cinemas em 2004. Este, que chega aos cinemas em 16 de maio, promete corrigir os erros do seu pioneiro e ser mais próximo as Hq’s.

David Harbour, Milla Jovovich e Ian McShane conseguem fazer do longa algo interessante (mas não muito) aos olhos nas suas duas horas de duração.

Bem, se você não conhece a trama em si, é válido saber que “Hellboy” pertence à linhagem do Rei Arthur, é filho de uma humana com o Diabo e chegou à Terra invocado como uma arma pelos nazistas, durante a 2ª Guerra Mundial. E no filme, ele recebe a missão de impedir a ascensão de Nimue, uma bruxa que quase dizimou a Inglaterra séculos antes.

Sinopse:
Nimue (Milla Jovovich), a Rainha de Sangue, foi uma bruxa tão poderosa que nenhum mortal jamais conseguiu derrotá-la. Durante uma batalha, seu corpo foi dividido em seis partes e espalhado pelos lugares mais distantes da Terra. Séculos depois, um massacre num mosteiro próximo a Londres levanta a suspeita de que alguém pode estar querendo ressuscitá-la e Hellboy (David Harbour) recebe a missão de conter essa terrível ameaça.

A atuação e o carisma de David Harbour é um dos poucos pontos positivos no longa, associado aos seus “companheiros” Alice e Ben se tornam interessantes. O trio promete mais do que entrega, deixando pro final uma gama de possibilidades do que pode vir a ser futuramente.

O roteiro típico que gira em torno de aceitação – e o diferente ser normal, permeia toda a trama mas não trás empatia suficiente pra tocar e prender quem assiste.

O jogo de câmeras do filme é um ponto importante a ser mencionado levando em consideração a precariedade do CGI e da maquiagem que parece ter sido feita de qualquer jeito e às pressas.

Entendo, realmente, que “Hellboy” é bizarro de alguma forma… seja pela sua história, sua origem ou até mesmo pela sua aparência, mas a impressão que tive é que a necessidade de mostrar sangue, violência, tripas e corpos desmembrados sobrepuseram realmente a tentativa de contar de maneira significativa a história desse “Herói”.

Assista ao trailer:

 

 

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