30 Seconds To Mars: Música que renova vidas

Por: Stephanny Lemes

Certa vez ouvi (em algum lugar que não me recordo) “no momento em que paramos de nos esforçar, algo terrível acontece”… Bem, quando 30 Seconds to Mars entrou em minha vida, há dias havia parado de me esforçar. Não entrarei em detalhes, posso dizer apenas que perdi alguém de importância crucial na vida e diversas coisas que faziam sentindo, simplesmente perderam a razão.

Foi sentada no sofá praguejando pela demora na transmissão de um show (Rock in Rio) que tive meu primeiro encontro com o Mars.

A maior afinidade que, hoje, tenho com Jared advém do fato de que sua voz melódica e recheada de emoções despertou em mim algo que estava adormecido (RÁ achou que era pela beleza dele, né?!). Recordo-me de aprumar no sofá e durante aquela uma hora e pouco fiquei compenetrada, cheguei a chorar ao som de “Do or Die” e dancei um pouco em “Up in the Air”. Acho que viva é a palavra que mais me descrevia naquele momento.

Como dizem em Artifact “A música é o veículo mais poderoso do mundo”, e realmente é. Algo que, antes, eram sons… Apenas sons, passaram a ter importância vital em minha vida. Posso afirmar com toda certeza que fiz meu tratamento espiritual baseado exclusivamente na música (do Mars rsrs).

A junção orquestral da voz de Jared com o sentimentalismo baterístico (essa palavra existe?!) do Shannon em junção com o Tomo (faz-tudo-e-trabalha-arduamente) reaprendi a viver, a acreditar, ter força e principalmente correr literalmente atrás dos meus sonhos.

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Em 2014, mais exatamente outubro, fui contemplada (mentira, trabalhei muito, sofri, chorei, sorri) com a chance de conhecer meus três mimos em Brasília. Um conselho (leve para a vida!), se você aí, que está lendo, nunca foi a um show do 30 Seconds to Mars, vá. Sério. As boas vibrações são palpáveis. Com certeza tal dia está na lista dos mais-fo***-like-a-crazy da minha vida.

Não só o dia em sim, como também os surtos que o antecederam, e para imortalizar o momento fiz um Diário Echelon, aonde relatei todos os fatos loucos que ocorreram desde fevereiro até outubro.

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Minhas peregrinações levaram até a musica e com ela encontrei conforto para a mente, corpo, e por que não, alma? Poderia através deste breve texto descrever o que sinto pelo Mars? Não, provavelmente não. Obrigado soa demasiado simplório. Aquelas três palavrinhas são ditas com muita frequência e também não parecem suficientes.

Encerro por aqui com uma frase-mantra do queridíssimo Jared Leto:

“The challenges and how we deal with them; that’s what define us. Problems don’t define us, it’s our ability to overcome and transform.” (“A forma como você lida com os desafios, definem você. Problemas não nos definem, mas nossa habilidade de transformá-los e superá-los”)

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