Passar o Réveillon em Porto Rico foi uma das melhores decisões que tomei nos últimos anos. Sem dúvidas, foi a minha virada mais animada nos Estados Unidos, nessa ilha que no papel faz parte do país, mas que mantém sua essência latina graças ao seu povo que resiste à colonização e protege a sua cultura.

Ao longo dos últimos meses, eu compartilhei no diário de viagem, as minhas aventuras em San Juan, as aulas de histórias, os tours em castelo, a casa da francesa com alma latina, onde me hospedei, meu passeio de barco à ilha de Culebra, os mergulhos nas águas cristalinas do mar do Caribe, a festa de Ano Novo em La Placita, a baratona e os brindes com a bebida proibida que deu nome a um hit do Bad Bunny, o pitorro de coco.
No capítulo final, convido vocês a ouvirem uma música na pracinha, que me lembrou o meu avô paterno, Paulo, que, usando chapéu, ia jogar buraco e conversar com os amigos na Praça das Nações, em frente ao prédio onde morava em Bonsucesso, no subúrbio do Rio.
Esse foi um, dos muitos momentos em Porto Rico, em que lembrei da minha infância no Brasil e percebi as semelhanças entre o país e a minha terra natal. Por essas e outras, me senti totalmente em casa em San Juan.
Aproveite e venha dar uma volta pela cidade e admirar a decoração natalina que traduz meu sentimento na viagem “Felicidades”.




Essa felicidade incluiu comer bem e dançar até o dia clarear. Dois programas imperdíveis na cidade antiga de San Juan, onde fiquei hospedada, um almoço no histórico restaurante Princesa e dançar madrugada a dentro no La Factoria.




No Princesa, experimentamos a autêntica culinária porto-riquenha do século XIX. O restaurante é o único que integrou ao seu cardápio receitas provenientes de seis livros de culinária porto-riquenhos diferentes, publicados entre 1859 e 1950. O menu é totalmente inspirado na cultura e história de Porto Rico.


O prato de cordeiro que comi estava tão divino que vale a propaganda gratuita, já que eu paguei pela refeição. E tão bom quanto a comida estavam os drinks a base de rum, parte da coleção de runs porto-riquenhos, produzidas em San Juan, a “Capital Mundial do Rum”.

Depois de uma bela refeição, fui gastar a energia dançando música brasileira, em ritmo de salsa, no La Factoria que fica em uma das ruas de paralelepípedo, no coração da antiga San Juan, região que lembra os bairros cariocas da Lapa e de Santa Tereza.

O La Factoria é um complexo de entretenimento com vários ambientes, incluindo 3 bares com diferentes decorações e trilhas sonoras, rock, hip hop e pop, uma pista de dança com música eletrônica e muita música latina, ao vivo, com destaque para os sucessos do Bad Bunny.
E nada como encerrar os capítulos desse diário de uma viagem inesquecível e espetacular com os hits de Benito e a alegria que reflete meus dias em Porto Rico!

Obrigada por acompanhar mais essa aventura e, em breve, vamos colocar o pé na estrada novamente e apresentar algum destino de viagem que vale a pena visitar.
Perdeu algum capítulo do diário da viagem a Porto Rico? Confira aqui, anote as dicas e marque sua visita a esse paraíso caribenho:







