“Maniac” e a beleza incompreendida da mente humana

Por: Luan Menezes

Vivemos em um mundo onde a tecnologia e a ciência estão em evolução a todo momento. Cura para doenças estão sendo descobertas todos os dias na verdade, a todo momento! E o que se sabe sobre a mente humana? Quase nada sobre isso, não é grandes seriadores? Todos os anos, em todas as estações, surgem grandes seriados para tentar explicar ou descrever o que se aproxima da mente humana e, mesmo assim, quase sempre não estamos nem perto de chegar a uma verdade ou pelo menos uma pista do que poderia ser verdade para alguns.

“Maniac” chegou na Netflix para, em 10 episódios, te mostrar o mais fundo possível da mente humana, tentar te mostrar como é o sofrimento mental que doenças como a depressão, esquizofrenia se tornam um labirinto até mesmo para grandes cientistas.

Sinopse
Em um mundo como o nosso mundo, numa época bastante semelhante a nosso tempo, “Maniac” conta as histórias de Annie Landsberg e Owen Milgrim, dois estranhos atraídos, cada um por suas próprias razões, para os últimos estágios de um misterioso teste farmacêutico. Annie está descontente e sem objetivo, presa em relacionamentos quebrados com sua mãe e sua irmã. Owen, o quinto filho de ricos industrialistas de Nova York, lutou toda a sua vida com um diagnóstico duvidoso de esquizofrenia. Suas vidas não deram certo, e a promessa de um novo tratamento farmacêutico radical – uma sequência de pílulas que seu inventor, o Dr. James K. Mantleray, afirma poder consertar qualquer coisa sobre a mente, seja doença mental ou um coração partido – os atrai, e a outros dez estranhos, para as instalações da Neberdine Pharmaceutical e da Biotech, para um teste de três dias que, garantem, sem complicações ou efeitos colaterais, resolver todos os seus problemas, permanentemente. As coisas não correm como planejado.

A minissérie é baseada em uma série Norueguesa com o mesmo nome. Um mundo como o nosso com algumas diferenças, diria até que uma mistura dos anos 80 com o futuro que ainda está por vir. Com um diferencial, se você não tem dinheiro para pagar o ônibus, teria um Ad Buddies para pagar essa passagem para você. Louco! Mas o que é isso? Imagine um humano lendo um anúncio pra você, por horas, para que só assim você pudesse pegar a condução para casa.

Misturar comédia com uma pitada de suspense é uma obscuridade que, em 10 episódios, não são suficientes para tentar entender o quão grande o show é. Durante esse teste farmacêutico que a sinopse cita, Owen e Annie vivem experiências da realidade dos seus próprio sonhos, onde vivem fantasias que viajam desde o futuro atual ao anos 60 e é nesse ponto que digo que a escolha de Emma Stone e Jonah Hill para dar vida a esses personagens foi mais que certa, foi praticamente essencial para essa pegada de sátira futurista que a série trata em praticamente todos os episódios.

Nessas viagens deles sob efeitos dos medicamentos do teste farmacêutico, temos grandes reflexões sobre os distúrbios mentais e de como os seres humanos vivem ou viveram em determinados momentos da nossa existência. Com uma espécie de pequenos filmes, os diretores e toda produção conseguem explorar esses diferentes mundos que encontramos durante todos os episódios que, na realidade, se passa dentro de um laboratório. É uma loucura!!! Com toda certeza você deve estar pensando nisso enquanto lê esse texto e, sim, mesmo em alguns momentos você se esquece onde realmente se passa aquilo tudo, até parece que você deixou de assistir o show e, na verdade, o Netflix já iniciou a transmissão de mais um filme de Emma e Jonah e você nem percebeu rs.

É impossível escrever sobre “Maniac” e não soltar spoilers, então eu vou parar por aqui e deixo alguns trailers para vocês tentarem imaginar um pouco do que vão ver nessa minissérie do Netflix

Até a próxima, pessoal
XOXO
@Lmennezes

Trailer

 

Teasers

 

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